Clube Jôsefine comemora 14 anos e anuncia atração internacional !

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No próximo dia 28 de novembro o Club Josefine comemora surpreendentes 14 anos de portas abertas. E  Meg Brasil anuncia com exclusividade o nome do talentosíssimo DJ e produtor Danny Verde como a grande atração internacional dessa grande festa.Sobe o comando do consultor de marketing Sergio Cardoso que tem trabalhos reconhecidos tanto aqui quanto na Europa, o clube vem traçando novos objetivos para angariar mais 14 anos de sucesso. Em bate-papo com Meg Brasil, Cardoso esclarece polêmicas e fala do que está por vir com a nova gestão da casa noturna.Confira!

A JÔsefine chega na adolescência (14 anos) buscando uma nova identidade com a chegada da nova gestão. Dividas, atrasos de salários, trocas constantes na equipe de divulgação se tornaram públicos. O que essa nova gestão tem feito para mudar e renovar a identidade da casa que com acertos e erros chega aos 14 anos?

Qualquer troca de gestão é um processo delicado e demorado - sobretudo no Brasil. Novos administradores geralmente são surpreendidos com passivos ou dívidas que só aparecem muito depois de tudo assinado. Neste sentido, o desafio de se comprar uma empresa com histórico no mercado é imenso. Principalmente por que, qualquer planejamento que se faça, precisa ser reajustado constantemente em função das surpresas e despesas não contabilizadas. Sobre isso ter se tornado assunto público, sinceramente acho coisa de gente com pouca ética querendo se auto promover – coisas desse mundo virtual moderno. A nova administração nunca se furtou a conversar, negociar ou entrar em acordo com quem quer que seja.Sobre mudanças, planos futuros ou renovação da identidade, não gosto de falar muito sobre isso. Mas posso resumir numa frase esse atual momento da JÔ: que venham os novos tempos, com todo o respeito por tudo que aqui foi feito, mas também com muita vontade de um criar uma nova história.

Antigas parcerias de sucesso com produtores badalados da cena GLS foram quebradas, qual o motivo da JÔsefine não ter festas nesse formato?

A maioria dos produtores não eram parceiros e sim promoters do clube, portanto, funcionários. Parceira com produtor mesmo, ou seja, que não é nem nunca foi promoter do Clube, temos com o Geraldo Soares, que volta a fazer festas conosco. Teremos em Dezembro uma edição da ZOO LOUNGE e outra da REHAB e estamos desenhando edições da KALINATO para o ano que vem. Sobre os antigos promoters do clube que hoje se tornaram produtores na cena mineira temos até um certo orgulho disso. Afinal, foi na JÔsefine que a maioria deles começou, trabalhou, produziu e de fato aprendeu alguma coisa. Não vemos isso como parcerias quebradas e sim como um processo natural de crescimento pessoal. Bom pra cena e motivo de orgulho pra JÔsefine.

                                              Sergio Cardoso

14 anos não são 14 dias e o público que se renova a cada ano busca novas experiências, o que o frequentador JÔsefine pode esperar daqui pra frente? Existe uma possibilidade de reforma estrutural?

Acho que os frequentadores já sentiram algumas mudanças. Houveram investimentos no sound-sytem e na iluminação. O som da JÔ hoje, está entre os melhores e mais bem equalizados do país. Quem esteve presente nas últimas festas, de Tomer Maizner pra cá, percebeu e elogiou muito, as ainda pequenas mudanças que introduzimos. Estamos desenvolvendo um calendário de reformas mais urgentes mas não há nenhuma previsão de uma reforma estrutural para 2016.

Nos últimos anos surgiram várias festas e novos produtores na cena mineira. O que vocês pensam sobre essa concorrência?

Sou francamente a favor de qualquer ação que incentive o crescimento da cena mineira. Acho que todos ganham com isso. Concorrência, desde que dentro dos princípios de ética e moralidade que regem qualquer relação, é uma coisa bem vinda e saudável. Somos um clube que abre regularmente toda quinta, sexta, sábado e algumas vésperas de feriados. Se você me perguntar se uma festa concorrente (no mesmo dia) atrapalha meu faturamento da noite vou lhe responder que sim. Mas, por outro lado, mesmo com concorrência, temos um número significativo de clientes que prefere ir na JÔ. Em respeito a esse público abriremos a JÔ sempre. Também quero ressaltar que abrimos em média 150 noites por ano. Portanto, uma noite ou outra que venhamos a ter um faturamento reduzido, não interfere com o nosso ramo de atividades.

É sabido que os novos administradores não são pessoas do meio GLS. Como é trabalhar com empresários sem experiência na cena?

Como pessoa responsável pela criação e gerenciamento de marketing do clube e, portanto, como alguém que entende alguma coisa do assunto, eu diria que a formula de sucesso de qualquer campanha de marketing bem sucedida depende não apenas da qualidade do produto mas de como ele é vendido. Em outras palavras, as pessoas consomem essencialmente sonhos e paixões. Quem acha que alguém compra simplesmente produtos tem muito que aprender ainda. Neste sentido, meu trabalho não só foi facilitado como é extremamente gratificante. Tenho um excelente produto e tenho administradores verdadeiramente apaixonados pela noite, pela cena e pelo público. Vender diversão pelas mãos de quem tem prazer em proporcionar isso não é difícil. 

A última festa da JÔsefine que teve o Dj Tomer Maizner como estrela da noite, foi a festa de maior sucesso dessa nova gestão e agradou muito o público presente, manter esse nível durante todos os sábados é difícil?

Em absoluto. Obviamente uma estrela como o DJ Tomer Maizner é uma atração que traz um brilho especial para a noite. Mas não só temos um time de residentes extremamente competente, como poucos clubes no Brasil, como atualmente, sob a nova direção artística, temos conceitos bem claros e definidos sobre o que pretendemos apresentar para o público de Belo Horizonte.

O que podemos esperar da grande festa do próximo 28 de novembro?

Ihhhh....essa pergunta. Não gosto de estragar surpresas e muito menos prometer coisas. Não tenho muita simpatia por promoters que anunciam festas usando de frases do tipo: uma produção como você nunca viu, vai ser o maior evento do ano, uma festa inesquecível. Convenhamos. São julgamentos subjetivos, ou seja, opinião pessoal de cada um. Minha experiência me diz que esses julgamentos quem faz é o público e, por razões óbvias, depois da festa. Cabe a nós, produtores, trabalharmos arduamente para proporcionar um ambiente divertido, seguro e quiçá memorável. Mas quem decide isso é o público. Posso adiantar duas coisas. Contratamos o DJ e produtor italiano Danny Verde e o carioca  Robix. Temos algumas surpresas sendo preparadas com muito carinho mas já aviso que as comemorações não serão apenas na JÔ. 

Para 2016 podemos esperar muitas novidades vindo por aí?

Certamente. Não somos, nem eu nem a direção, afeitos à zonas de conforto. Adoramos desafios e temos um imenso prazer em lidar com o público. Que venha o futuro!


Por:Redação
Foto:Divulgação e arquivo pessoal

       

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