O que vestir para ir ao trabalho ? Dicas que podem alavancar sua carreira

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A maneira como uma pessoa se porta no ambiente de trabalho pode alavancar ou prejudicar a carreira

Em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, a forma como o profissional convive com os seus pares e chefes distingue o sucesso e o fracasso na carreira. A consultora de gestão estratégica, Tereza Cristina Horn, da 221 Consultoria em Projetos, explica que na maior parte das demissões o motivo é a falta de inteligência emocional e não desconhecimento de competências.

Horn alerta para posturas consideradas tóxicas, ou seja, aquelas que podem contaminar e comprometer toda uma equipe. "Ninguém quer em sua empresa uma pessoa que reclama todo o tempo, tem mal humor e demonstra insatisfação. É aquela velha história da maçã podre que contamina todo o resto", diz.

Se os "azedos" não são bem vindos, os amáveis em excesso tampouco. Profissionais que forçam a intimidade no ambiente organizacional ficam antipatizados com facilidade.

Nas redes sociais, a regra é ser comedido. A demissão pode estar a um clique de distância. "São recorrentes os casos de pessoas que são desligadas de seus trabalhos por postagens preconceituosas e ofensivas", conta Tereza.

O conselho final da consultora é conhecer bem a cultura organizacional da empresa e estar certo de que você a compartilha. Trabalhar com algo que se acredita pode ser muito mais prazeroso.


Atenção às roupas!

A vestimenta também entra na cota da etiqueta no trabalho. Na hora de se escolher a peça, há que se analisar em que tipo de ambiente você está inserido para conseguir escolher as melhores peças. Segundo a consultora de estilo Ana Luiza Ballesteros, antigamente, existia um consenso entre as empresas de que os funcionários deveriam se vestir uniformizados ou optar por um estilo mais formal. Com o crescimento da economia criativa, o surgimento de agências, que são quase coletivos, e o conceito de home office, mudou esse formato de roupa ideal pro ambiente empresarial. “É claro que existem profissões como advogados e médicos que exigem uma vestimenta específica, mas até eles podem dar um tom mais descontraído no visual hoje em dia”, diz.

Porém, descontração não é sinônimo de desleixo. A consultora atenta para a importância dos tecidos e cortes apropriados para as roupas de trabalho. “A roupa pode ter um tecido mais leve, como algodão, mas não pode ser aquelas semelhantes as de ficar em casa. A dica é investir nos detalhes e na modelagem diferenciada da peça, para aliar elegância e despretensão”, ensina.

Decotes, fendas e bermudas devem ser evitados. Já as peças de baixo mais curtas, como saias e vestidos, estão liberadas, contanto que a pessoa que está usando não deixe de ficar à vontade. “O curto hoje não é mais uma referência de vulgar. Mas não tão curto a ponto de se sentir desconfortável. Trabalho não é ambiente de sedução, portanto, mesmo nos ambientes mais informais, as mulheres devem se atentar ao comprimento das peças inferiores”, diz Ana.

Confira as dicas da produtora e aposte nas peças-chaves na hora da compra. “’Se eu visse alguém vestido assim, o que eu pensaria?’. Para não perder o bom senso na hora de se vestir, essa frase ajuda muito”, explica.
  
Para eles
Camisas, seja de manga curta ou longa sempre caem bem. Combinadas com jeans ou calça de alfaiataria, dão um ar mais formal ao look. Aposte em bermudas para os dias mais quentes, se o seu trabalho permite uma produção mais descontraída. “Outra peça que sempre indico para os homens são as calças de sarja. Elas são chiques e ficam boas também com um blazer, por exemplo, ou com uma camisa de malha”, diz Ana.




Para elas

Uma calça interessante é a peça que não pode faltar num guarda-roupa de trabalho das mulheres. Mas atenção, ela tem que cair perfeitamente ao seu corpo. Muito apertada pode ser vulgar. Muito folgada, cair para o desleixo. Aposte nas saias midis e as combine com tênis ou um bom scarpin. E a dica preciosa da consultora: “a terceira peça dá o tom formal ou descolado da produção. Invista em coletes, blazers e jaquetas”. 

Por:Pedro Augusto

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